Um palpite da IA para o segundo turno de 2026, calculado a partir dos erros e acertos históricos do Datafolha. Explore o placar simulado, confira a matemática e veja como o modelo se saiu nos testes com eleições anteriores.
O palpite principal usa a mediana dos quatro cenários por mediana: duas bases históricas × dois recortes de pesquisa. A escolha é pela menor sensibilidade a extremos, sem garantia de antecipar a eleição ou de superar os outros métodos nos testes.
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Explore a regressão e a média por recorte, com suas fórmulas e testes. Estes controles não alteram a mediana das quatro combinações na capa.
Comparação: ajustes que usam só o segundo turno
Ver cada correção histórica e as fórmulas
Correção de cada eleição = urna do adversário do PT − pesquisa desse candidato. Cenário pela média = 50,47 + média das correções. Cenário pela mediana = 50,47 + mediana das correções. Lula = 100 − cenário de Flávio. Cada eleição tem o mesmo peso.
O teste retrospectivo retira uma eleição, calcula a média com as demais e aplica a correção à eleição retirada. Repetimos para todas. É uma verificação exploratória fora da amostra retirada, não um teste temporal: pode usar anos posteriores ao ano avaliado.
O erro do primeiro turno não vira automaticamente uma correção do segundo.
Há duas medidas diferentes: 5,03 p.p. é o desvio de Flávio nos votos válidos totais (47,03 na urna − 42 na pesquisa final). O modelo usa 2,74 p.p., após normalizar a participação entre os dois finalistas: 100 × 47,03 / (47,03 + 45,16) − 100 × 42 / (42 + 45). A normalização muda o denominador e considera também Lula. Não é a mesma medida. Nenhuma das duas deve ser somada automaticamente à pesquisa de segundo turno. A regressão acima estima essa relação com seis pares de turnos, ou cinco quando selecionado. O primeiro turno de 2026 entra apenas como informação para a simulação, nunca no ajuste dos coeficientes. Os ajustes por média e mediana abaixo da regressão usam somente segundos turnos.
03 / COMO LER
Os números, com contexto.
01
Qual pesquisa foi escolhida?
No recorte principal, a mais recente encontrada divulgada até a sexta anterior à votação. Quando saiu na quinta ou quarta, a data aparece. No outro recorte, usamos a última pré-eleitoral documentada. Boca de urna não entra.
02
O que chamamos de erro?
A diferença descritiva entre a estimativa divulgada e o resultado. O erro absoluto ignora o sinal. O erro da vantagem compara a distância entre os dois candidatos, sem confundi-la com o erro de cada um.
03
O que não dá para concluir?
O desvio mistura amostragem, abstenção, indecisão e possíveis mudanças de voto. Ele não prova manipulação. O histórico é pequeno e heterogêneo; não permite afirmar uma chance confiável de vitória em 2026.
04
Precisão e limites
Pesquisas históricas geralmente foram divulgadas em inteiros. Os desvios calculados herdam esse arredondamento. ±2 p.p. é uma referência visual, não uma garantia sobre a eleição futura. A margem de 2026 é a informada para a pesquisa.
Fontes, cobertura e dados auditáveis
Links de pesquisa e apuração aparecem em cada eleição. Documentos do próprio Datafolha e reportagens da Folha registram as estimativas; TSE e páginas de apuração com dados do TSE registram as urnas. Ausência de um turno não é preenchida com zero.
Atualização manual em 23/10/2026. O segundo turno de 2026 está marcado para 25/10; seu resultado ainda não existe nesta edição. A pesquisa de 22/10 é a mais recente verificada nesta edição, não a rodada final de sábado.
Retratos via Wikimedia Commons, apresentados em miniaturas circulares por CSS. As fotos são ilustrativas e não necessariamente do ano da eleição. Autoria, condições de uso e modificações anteriores estão nas páginas originais.